Certificação da Operabilidade - Um trabalho Pioneiro na P-53
Entende-se como Certificação da Operabilidade a verificação de terceira parte executada durante as fases de engenharia, suprimento, construção e comissionamento de uma unidade industrial, para assegurar a conformidade das condições de operabilidade de seus sistemas em relação às especificações de projeto. A CO tem como objetivo final atestar que as ações de comissionamento foram efetuadas em conformidade com um referencial técnico previamente estabelecido, garantindo que a entrega final da unidade atenda aos requisitos de desempenho, confiabilidade e rastreabilidade das informações.
A Certificação de Operabilidade da P-53 foi contratada em outubro de 2006 pelo Charter Development LCC (CDC) ao grupo Bureau Veritas, tradicional provedor de serviços relativos à classificação e certificação. O Bureau Veritas, por sua vez, estabeleceu uma parceria com Forship Engenharia para assessorá-lo na concepção, planejamento e execução de serviços de CO.
Desta forma a Forship iniciou, há quase dois anos, mais uma atividade pioneira, onde a capacidade de gestão, engenharia de comissionamento, conhecimento, dedicação, experiência e um bom trabalho em parceria eram requisitos primordiais para o sucesso do projeto.
Prestes a iniciar a fase offshore deste desafio, a parceria BV-Forship já tem a gratificação de haver cumprido um papel de muita relevância nas fases precedentes do empreendimento, onde, por exemplo, o relatório de avaliação de atividades de pré-comissionamento, desenvolvido e implementado pela parceria, constituiu uma referência fundamental no processo de comissionamento.
Na fase de integração dos módulos da plataforma, as não-conformidades e sugestões levantadas nas auditorias da equipe do CO propociaram à CDC valiosas informações para a tomada de decisões e o planejamento de ações voltadas ao objetivo final do empreendimento – a operação da P-53 no menor prazo possível e dentro dos requisitos de desempenho estabelecidos no projeto.
De acordo com Marco Kronemberger, gerente das atividades na P-53, o comprometimento de toda a equipe que trabalhou diretamente nas atividades do contrato e o apoio dos colaboradores que contribuiram de alguma forma neste projeto, foram essenciais para o sucesso das atividades. No entanto, não se pode esquecer da fase offshore. “Temos ainda um grande desafio pela frente, e eu diria o mais importante de todos, a fase offshore, onde mais uma vez deveremos estar aptos a desenvolver uma nova postura na execução e acompanhamento das atividades de comissionamento, bem como desempenharmos nossas funções para atender as espectativas de nosso cliente”, afirmou.
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